Friday, June 13, 2008

Void: when enough is enough (Part I)

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Depois dos cartazes, das capas de revistas, das extensas reportagens e artigos, eis o filme!
O problema dos “!!!s” está nos próprios “!!!s”. São “!!!s” e como tal esperamos “!!!s”.
Depois de seis séries torna-se complicado que um único filme sirva de remate à personagem central, às três sidekicks, a Mr. Big e às muito periféricas personagens masculinas.

A prometida “finesse” indumentária é na verdade uma “Las Vegas Extravaganza”; a transformação da casa da Carrie pareceu ter a assinatura do “Querido Mudei a Casa” (sob o efeito de ácidos!); o que fizeram à Samantha (?!); inexistência de relevância na história de Miranda e Steve (pobre coitado, não sobrou dinheiro no guarda roupa para o vestir) tal como nas restantes separações (forjadas para as habituais aproximações HEA); e os amigos gay lá foram emparelhados.

Parece uma coisa forçada, um produto da pressão da indústria cinematográfica, uma corrida contra o tempo e contra a gravidade. Se não havia nada a contar...porquê o esforço?

O livro (que nunca li) parecia uma coisa demasiado ligeira. A série, apesar de tudo, amadureceu as personagens, deu-lhes espaço para evoluírem e uma consequentemente consistência.
O filme deixa a sensação que a casa ficou desarrumada.

O pior é que esta(s) vaca(s) ainda tinha(m) muito leite para dar.*



*A piada era demasiado fácil e por isso irresistível!

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